Sarna humana suspende aulas em escola municipal de Taubaté

Aulas foram suspensas na Escola Municipal Eliozzipo Silviera Pinto, em Taubaté, após a confirmação de pelo menos cinco casos de sarna humana. Segundo a Prefeitura, entre as pessoas afetadas estão crianças e funcionários.

Os primeiros casos foram identificados na quarta-feira, 28 de outubro de 2026, mas já havia pessoas com sintomas na terça-feira, dia 27. A Prefeitura comunicou a situação à Vigilância Epidemiológica.

A escola fica no bairro Hércules Masson, em Taubaté, e as aulas foram interrompidas em 29 de outubro. A medida atingiu alunos da unidade municipal enquanto o prédio passava por desinfecção.

sarna humana em Taubaté

A origem dos casos ainda não havia sido identificada, e a Prefeitura aguardava a avaliação da Vigilância Epidemiológica. A notícia também reúne orientações sobre sintomas, atendimento e cuidados para evitar a transmissão da sarna humana.

Casos de sarna humana levam à interdição e à suspensão das aulas

O secretário municipal de Educação, Hélcio Carvalho, informou que a Prefeitura acionou a Vigilância Epidemiológica após identificar casos na unidade. O órgão adotou medidas preventivas para tentar evitar a disseminação da sarna humana em Taubaté.



Por solicitação da Vigilância Epidemiológica, a escola foi interditada para que agentes realizassem a desinfecção do prédio. A medida foi adotada após o registro de casos entre crianças e funcionários.

Segundo a Prefeitura, a avaliação da Vigilância Epidemiológica ainda era aguardada para esclarecer a origem dos casos. A administração municipal informou que dependia dessa análise para apresentar uma resposta concreta sobre o problema.

Sintomas, atendimento e cuidados para evitar a transmissão

A sarna humana pode causar coceira intensa, que costuma piorar à noite, além de pequenas bolinhas, lesões, irritação e vermelhidão na pele. Também podem aparecer marcas finas, que indicam túneis escavados pelo ácaro.

Pessoas com suspeita devem procurar atendimento médico para avaliação e diagnóstico, conforme a orientação divulgada pela Prefeitura. O tratamento precisa ser indicado por um profissional de saúde e pode envolver medicamentos específicos aplicados na pele ou tomados por via oral.

Quem teve contato próximo com uma pessoa infectada também pode precisar de avaliação e tratamento simultâneo, para reduzir o risco de transmissão e reinfestação. Roupas, toalhas e roupas de cama usadas recentemente devem ser lavadas; objetos que não possam ser lavados podem ficar em saco plástico fechado por pelo menos 72 horas.



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